01/07/2021 às 18h30min - Atualizada em 01/07/2021 às 19h20min

Segundo dados, mulheres passaram a se preocupar mais com o corpo na pandemia

Vaidoso, o povo brasileiro está entre os que mais realizam cirurgias plásticas. Atualmente, mercado oferece opções menos invasivas

DINO
http://www.difusoranewbody.com


A preocupação com o corpo e a saúde é uma realidade concreta. Entretanto, o contexto de distanciamento e isolamento social devido à circulação do novo Coronavírus, de fato, trouxe alterações no comportamento da população que merecem destaque. Uma delas está direcionada principalmente ao público feminino. De acordo com dados disponibilizados pela Ticket, 77% das mulheres passaram a se preocupar mais consigo durante a pandemia. Esta preocupação, por sua vez, remete ao autocuidado – o que nem sempre se resume à estética.

Ainda que os brasileiros ocupem o segundo lugar entre os povos mais vaidosos do mundo, como apontado por uma pesquisa alemã veiculada pelo portal G37, a preocupação com a aparência, para que não prejudique a saúde, depende de algo fundamental: equilíbrio. Soluções invasivas trazem resultados rápidos e precisos, entretanto, a necessidade de procedimentos cirúrgicos deve ser cuidadosamente considerada. Quais seriam os reflexos do autocuidado quando realizado em excesso, por exemplo?

Atenção para alternativas pouco ou não invasivas

Muitas vezes, a busca pela perfeição pode levar jovens e adolescentes ao centro cirúrgico de forma precoce. Ao menos é o que demonstram os dados da SBCP, Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Atualmente, o Brasil é o líder mundial quando o assunto é a realização de procedimentos em pessoas com até 18 anos.

Ainda assim, nem sempre as soluções ao alcance são invasivas: é possível obter resultados com produtos estéticos, por exemplo, e este mercado já sente os reflexos. De acordo com a ABIHPEC, Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos, todos os anos o mercado de beleza cresce entre 10% a 15% no país. Para além da aparência, opções menos invasivas também apresentam algo característico do autocuidado – mais tempo para lidar com processos de melhoria na qualidade de vida, afinal, boa parte dos produtos no mercado necessitam de um período de uso para apresentar resultados.

Mercado e os caminhos rumo à inovação

“Ficando sozinhas em suas próprias companhias, as mulheres se depararam com o momento de se cuidarem cada vez mais, tanto interna, quanto externamente”, afirma a esteticista Cris A. Silva, que reforça o fato apontado anteriormente quanto ao maior cuidado que o público feminino passou a adotar durante a pandemia. Este aumento abre espaço para nichos do mercado interessados em suprir as demandas nas suas mais diversas formas – autoestima, saúde física e psicológica, bem-estar etc.

Se o crescimento do mercado de estética que, conforme o apontado pela ABIHPEC, cresceu 567% nos últimos cinco anos, há quem também tenha crescido com ele. Diego Mylher, por exemplo, criou a empresa Difusora New Body, cujo foco foi a produção de um difusor de cinturas com tecnologia bioquântica e placas eletromagnéticas. Em sua visão, para além da comercialização de soluções inovadoras, atender à demanda do público feminino é, paralelamente, uma maneira de contribuir para a melhoria de sua qualidade de vida em meio à pandemia.

No final, os benefícios poderão se refletir na saúde das pessoas e também do comércio, enquanto o momento de crise causado pelo novo Coronavírus ainda não chega ao fim. Para saber mais sobre o trabalho de Diego com a Difusora New Body, basta acessar: www.difusoranewbody.com



Website: http://www.difusoranewbody.com
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