13/08/2021 às 15h13min - Atualizada em 16/08/2021 às 00h00min

Brinquedos ecológicos são mais duráveis e diminuem produção de plástico

A preocupação ambiental atinge a produção de brinquedos em todo o mundo, desenvolvendo produtos menos descartáveis e de menor impacto ambiental

SALA DA NOTÍCIA Bruno Camargo
Um pequeno brinquedo de plástico muitas vezes não chega a durar um ano, nem a atrair a criança por muito tempo. Mas o impacto ambiental da sua produção e descarte pode durar por séculos. Alternativas interessantes vão surgindo – ou sendo retomadas – no mercado para manter a diversão dos pequenos e reduzir a poluição causada por esse tipo de item.

A Lego, uma das mais conhecidas empresas de brinquedos no mundo, já vem anunciando a preocupação em elaborar produtos eco friendly há um certo tempo. Em 2018, por exemplo, iniciou a produção de elementos de biopolietileno feitos a partir da cana-de-açúcar. Já no ano passado, revelou que iria remover o plástico descartável das suas caixas.


Mesmo não tendo a mesma visibilidade que a gigante dinamarquesa do ramo de brinquedos, outras empresas pelo mundo – incluindo no Brasil – focadas em consumo consciente já traziam essa preocupação com ótimas soluções. A Loja da Verdê, por exemplo, é uma startup curitibana focada na curadoria de produtos veganos, cruelty free e eco friendly. Na seção Kids do site (www.lojadaverde.com.br), além de fraldas ecológicas e produtos de higiene, pode-se encontrar uma seção completa de brinquedos, para crianças das mais variadas idades.

Sucesso no mercado de itens para recém-nascidos, os amigurumis conquistaram as mães e pais, com brinquedos simples, bonitos e que ajudam a acalmar os pequenos. A Verdê tem uma produção própria e artesanal dos amigurumis, com enchimento de poliéster de garrafa PET reciclada e corpo de algodão. São muitos itens, desde o Polvo (R$ 45), o conjunto de Naninha e Chocalho de raposa (R$ 129,90) e até o móbile Amigurumi na Selva, com quatro animaizinhos montados na estrutura de madeira (R$ 320).

Outra solução encontrada pela empresa brasileira Krooom são os brinquedos de papel, elaborados de papelão durável reciclável e tinta atóxica. Os dinossauros de montar, como o T-Rex e o Pterossauro (R$ 57,90 cada), estão entre os favoritos das crianças, mas a coleção conta com outras pedidas, desde princesa, monstrinhos e profissões. O quebra-cabeça na maletinha também ganha destaque (R$ 149,90).

Já a catarinense Lume resgata a tradição dos brinquedos de madeira. Os brinquedos são feitos com madeira maciça pintados com tintas e ceras atóxicas, e até as embalagens são de papel kraft, evitando uso de plástico. O Arco-Íris é um clássico, com as peças onduladas e coloridas de encaixar (R$ 184). “Os brinquedos de madeira contam com uma durabilidade muito grande, podem ser passados até para outras gerações, ou quando a criança não brincar mais, ainda servem como decoração”, comenta Mariana Alves, uma das sócias da Verdê. Além das peças de encaixe, ideais para pequenos a partir dos 18 meses, a Lume tem brinquedos para os mais crescidos também. O Desafio do Equilíbrio (R$ 64,75) e o Efeito Dominó Master de 76 peças (R$ 155,30), por exemplo, são indicados para crianças dos 4 aos 12 anos, e ainda estimulam a criatividade e percepção espacial.

Os brinquedos da Verdê Kids, Lume e Krooom podem ser encontrados no site www.lojadaverde.com.br.
 
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