23/12/2021 às 08h16min - Atualizada em 25/12/2021 às 00h00min

Viagens retomam em 50%, mas cuidados ainda são necessários

Viagens superam 50% de crescimento e turistas devem se adaptar a fim de garantir segurança

DINO
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Os últimos dias foram marcados pelo avanço no controle da pandemia de COVID-19 em diversas partes do mundo. Com vacinação e passaportes digitais de saúde circulando, pode-se finalmente ansiar por novas viagens, sejam nacionais ou internacionais. Pesquisa da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) mostra que a procura por viagens vem crescendo mais de 50% nos últimos dois meses e, segundo especialistas, a demanda está bem próxima do nível pré-pandemia. Ademais, mesmo com o dólar caro, os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 531 milhões em outubro, uma alta de 87% em relação ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo o Banco Central. Contudo, se há a intenção de viajar nas festas de fim de ano ou neste verão, há algumas recomendações de especialistas em segurança para garantir o cuidado com, principalmente, a saúde dos viajantes.

Segundo João Augusto Machado, vice-presidente de marketing e eventos da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav), os turistas estão retomando seus planos, voltando a viajar de avião e o Ano Novo no Brasil promete ser movimentado. Diante de todos estes fatores, a Diretora de Operações, Juçara Serrano, experiente no ramo há mais de 15 anos e responsável pela área de Assistência 24 Horas ao viajante da Coris, traz dicas para viajar reduzindo riscos: “As recomendações ainda são as mesmas: uso de máscara, higienização, distanciamento e evitar aglomerações. Mas há outras maneiras de reduzir os riscos de exposição ao vírus”, indica Juçara.

Checar regras é a primeira delas. Os brasileiros não têm autorização para entrar em todos países ao redor do mundo. Este mapa da Iata mostra a situação das fronteiras e restrições de viagens de todos os países do mundo. Inclusive, os próprios governos locais recomendam a consulta ao site da Iata.

Outra maneira fundamental de se preparar é estar ciente das possíveis mudanças de planos. Como a situação de cada país ou região pode mudar a qualquer momento, é recomendado um roteiro de viagem que permita alterações na programação, sobretudo cancelamentos sem custos para o turista.

Nos casos de atrações em locais fechados, recomenda-se consultar antecipadamente os dias e horários com menor movimento de visitantes. Sites de busca como o Google costumam trazer um gráfico com informações como as horas do dia com pico de visitação.

Mais uma recomendação é dar preferência ao digital. Check-in, etiquetagem de malas, vistos eletrônicos e outros serviços online podem ser grandes aliados na hora de evitar aglomerações desnecessárias. A indicação é dar preferência a pagamentos por meios eletrônicos ou digitais, evitando manusear papel-moeda, e abusar dos totens de autoatendimento, sobretudo em hotéis e aeroportos.

Uma orientação válida para este momento, mas também outrem, é ter com quem contar: “Tomada a decisão de viajar, não se deve cogitar fazê-la sem um seguro-viagem completo. Mesmo com todos os cuidados médicos, problemas podem acontecer, colocando em risco a saúde dos viajantes, por isso, ter um seguro-viagem é altamente indicado. Se for necessário um médico para um caso de emergência, o viajante terá com quem contar. Ademais, o seguro-viagem é ainda mais abrangente. Ele pode auxiliar em casos de cancelamento de voos, perda de bagagem, extravio de documentos, entre outros”, comenta a especialista.

E, diferentemente do que muita gente pensa, não é somente para os destinos internacionais, quem viaja dentro do Brasil também pode contar com essa facilidade. Em muitos países, inclusive, a emissão de um seguro-viagem é obrigatório, alerta Juçara: “Além de obrigatório, cada vez mais, estão sendo exigidos requisitos mínimos na contratação do seguro em inúmeros destinos. Diante disso, é importante contratar um seguro-viagem completo, com cobertura para COVID-19 até para melhor idade, esportes, doenças preexistentes e uma cobertura que vai até 1 milhão na moeda internacional. Ninguém sabe o que pode acontecer e, assim, o consumidor evita ter que arcar com prejuízos que poderiam significar o fim da viagem".

Os gastos dos brasileiros no exterior, conforme informado anteriormente, resultaram no maior valor mensal desde o início da pandemia, refletindo, segundo o Banco Central, o avanço da vacinação e a reabertura de fronteiras em muitos países, que fizeram muitas pessoas se sentirem mais seguras para viajar. Entretanto, seguir estas recomendações continua sendo necessário a fim de um esforço momentâneo por todo um futuro seguro.



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