03/01/2022 às 15h41min - Atualizada em 04/01/2022 às 01h20min

Setor da saúde vive transformação digital, diz especialista

Com 900 healthtechs e regulamentação da telemedicina, saúde deve faturar R$ 313,9 bilhões em 2021; especialista traça o panorama e expectativas para o setor

DINO
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Diversos setores da economia e da sociedade estão sendo impactados, em maior ou menor grau, por uma onda de transformação digital impulsionada pela pandemia de Covid-19. O setor da saúde - que deve movimentar R$ 313,9 bilhões em todo o país até o final do ano, em um acréscimo de 13,8% em relação a 2020 e de 21,8% em comparação a 2019, conforme Pesquisa IPC Maps, realizada com base em dados oficiais - faz parte deste processo.

Prova disso, o Brasil já tem mais de 900 healthtechs (startups do segmento de saúde), que alcançaram US$ 183,9 milhões (R$ 1032,46 milhões) em investimentos no primeiro semestre de 2021, segundo informações da plataforma inovação aberta Distrito - em 2018, eram apenas 248 negócios do gênero. Ainda segundo a análise, o número de investimentos em healthtechs ultrapassou o valor dos dois últimos anos que, juntos, somaram US$ 177,6 milhões (R$ 997,09 milhões).

Na esteira das inovações impulsionadas pela crise sanitária, a telemedicina também ganha destaque. Em abril de 2020, o Governo Federal sancionou a Lei 13.989, aprovada pelo Congresso, autorizando a prática durante a pandemia no país. Aprovada em novembro, uma complementação permite que, passado o período de crise sanitária, a modalidade seja regulamentada pelo CFM (Conselho Federal de Medicina).

De acordo com os indicativos da Saúde Digital Brasil, associação que representa os principais operadores de telemedicina brasileiros, mais de 7,5 milhões de atendimentos remotos foram realizados por cerca de 52,2 mil médicos entre 2020 e 2021. Ainda segundo a entidade, 87% dos atendimentos foram referentes às primeiras consultas, evitando a circulação e aglomeração de pacientes na fase mais crítica da pandemia.

Para Eduardo Dias Jorge, CEO da SISQUAL WFM (Workforce Management) no Brasil - empresa de tecnologia e desenvolvimento de software de gerenciamento de força de trabalho (workforce management) -, a ascensão das healthtechs e os avanços da regulamentação da telemedicina são sinais de que o setor de saúde vive um momento de acelerada transformação digital.

“As transformações aceleradas pela crise sanitária - que ainda estão em curso - não deixam dúvidas de que o futuro do mercado de saúde brasileiro será marcado pela inovação, digitalização e pelo uso cada vez maior da tecnologia em hospitais”, afirma.

Para especialista, hospitais devem investir em WFM

Como exemplo de inovação no segmento de saúde, Dias Jorge afirma que os hospitais devem investir em ferramentas de WFM (Workforce Management, sigla em inglês para designar sistemas de Gerenciamento de Força de Trabalho).

“Com um conjunto de soluções para as operações diárias dos hospitais, o WFM  é uma alternativa para aumentar a segurança do paciente e a produtividade do hospital de forma significativa enquanto também eleva a qualidade de vida de todos os colaboradores”, explica.

Para implementar essas ferramentas, segundo o CEO da SISQUAL WFM, as lideranças devem compreender a importância e necessidade de mudança de procedimentos. “Adotar uma solução de WFM traz um aumento significativo na produtividade se for acompanhada de uma mudança de rotinas e processos - o que empresários e gestores hospitalares mais tradicionais ignoram, apresentando resistência para colocar essas mudanças em curso”.

O especialista complementa que, no âmbito da digitalização do setor de saúde, os hospitais devem optar por parceiros que ofereçam soluções para aumentar os índices de segurança dos pacientes e assegurar os níveis de serviço ajustados às suas necessidades reais.

Além disso, para Dias Jorge, vale priorizar soluções que façam a previsão - ou forecast, em inglês - do fluxo de pacientes, ajustando o número de profissionais com determinadas competências para a execução de tarefas específicas, contribuindo para a manutenção dos níveis mínimos de serviço. “Em resumo, investir em inovação, digitalização e uso da tecnologia em hospitais e demais negócios de saúde não é apenas recomendado, mas necessário”, finaliza.  

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