26/09/2022 às 17h11min - Atualizada em 26/09/2022 às 17h11min

O "X" da Questão é... VOTAR MENOS PIOR?

Cláudia Dib
Reprodução/Web
Gosto do discurso da senadora e candidata à Presidência da República Simone Tebet (MDB), mas, também me identifico com as convicções e posicionamento da também senadora e candidata Soraya Thronicke (União Brasil). Entretanto, creio que por serem muito novas no cenário presidenciável, elas estão muito longe dos “favoritos” nesta corrida eleitoral.

Observando o comportamento dos “novatos”, concordo com a afirmação do candidato a presidente Felipe d’Avila (Novo), “Voto consciente é a ferramenta para acabar com a polarização!”

Não é de hoje que eu penso dessa forma e fico muito feliz em ver o amadurecimento político de algumas lideranças e da população brasileira, ao menos de alguns, rs. Calma gente... nem tudo está perdido! Bom, precisamos realmente enxergar que a polarização não é um bom caminho e evitarmos definitivamente o voto populista.

Não falo no sentido de um governo carismático, populista, com políticas públicas beneficiando os mais pobres, com práticas paternalistas. Me refiro ao populismo dito “imaginário brasileiro”, assim como a ideia de que populista é um político que engana o povo com sua retórica, faz promessas que não cumpre e coloca seus interesses pessoais acima do caráter.

Também temos que analisar com muito cuidado e evitar a influência pop, pois, os dois candidatos líderes de intenção de votos contam com apoio de celebridades, atores, cantores, influenciadores e atletas. Tome cuidado, uma vez que esta “liderança” não terá força política para brigar por nossos direitos ou defender projetos de políticas públicas.

Somos mais de 200 milhões de habitantes no Brasil, é inaceitável que apenas duas pessoas se destacam como líderes políticos com reais chances de ganhar a eleição presidencial. É muito triste a população brasileira ter que escolher o menos pior, isso é um retrocesso a nossa tão querida e suada democracia. Não tem como aceitar que o vencedor é o menos pior para o País, que ganhou democraticamente as eleições e depois temos que rezar para que ele faça um bom governo.

Mas, como eu disse anteriormente, nem tudo está perdido, o “X” da questão é: Não temos que votar no menos pior! Nós temos a oportunidade de mudar isso.

Basta avaliarmos o histórico do candidato(a), sua carreira política, se ele(a) é honesto(a) e não está envolvido em fraude ou corrupção e principalmente se ele ou ela é a favor do desenvolvimento sustentável, combate as desigualdades, preconceitos e discriminações. Ou seja, vamos praticar o voto consciente!
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