23/11/2022 às 15h09min - Atualizada em 23/11/2022 às 15h09min

Empreendedorismo de jovens adultos alia satisfação ao desenvolvimento

A habilidade do empreendedor é solucionar problemas. Quando esta solução é representada por uma ideia diferente da que existe no mercado, torna o empreendimento inovador. O empreendedor é um realizador. 

Em meio ao conceito de empreender, que remete a criação de empresas, a mercado, a geração de renda e a lucro, o empreendedorismo social tem se destacado como importante vertente na melhoria de condições de vida das pessoas e da sociedade. O empreendedor social além de lucro visa a transformação social. Um grande desafio dos empreendedores sociais é tornar o negócio autossustentável.

No Brasil diversos empreendimentos sociais de sucesso se destacam, e uma característica comum a eles é o protagonismo jovem. Entre eles, Gerando Falcões (https://gerandofalcoes.com/), que já impactou cerca de 30 mil estudantes com ações do projeto em uma década de atuação, tem como meta central promover o protagonismo dos jovens e fortalecê-los enquanto motores de transformação da sociedade. Um projeto de destaque do empreendimento é o projeto “Favela 3 D – digna, digital e desenvolvida”, que visa o espírito empreendedor é especialmente expressivo entre qualidade de vida de seus moradores. 

Outro empreendimento que desperta participação de jovens é a Teto (https://teto.org.br/). Associada com a organização internacional TECHO, presente em 18 países da América Latina, atua há mais de 14 anos no Brasil, mobilizando voluntários (as) para atuar ao lado de moradores de comunidades precárias de diferentes Estados e regiões. Os participantes constroem soluções concretas e emergenciais que proporcionam melhorias nas condições de moradia e habitat destes territórios.

Segundo recente matéria divulgada pelo CREASP, ‘Como empreender na área tecnológica’, entre os jovens adultos nota-se expressivo espírito empreendedor, também acompanhado de outras mudanças de comportamento profissional. Os nascidos entre 1995 e 2010, a chamada ‘geração Z’ já abrange mais de 30% da população, segundo projeções da Organização das Nações Unidas (ONU) e consiste em um público que privilegia muito mais a satisfação pessoal e a oportunidade de desenvolvimento ao retorno financeiro. 

Tendo isso em vista, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo, por meio da Comissão Crea-SP Jovem e do CreaLab, trabalha iniciativas de alcance aos futuros profissionais da área tecnológica propulsionando a renovação do setor com empreendedorismo e inovação. 

Muitas soluções tecnológicas podem ser aplicadas a novos empreendimentos dentro de núcleos sociais carentes. Não necessariamente carentes economicamente, mas carentes ao acesso de acervos culturais, tais como obras de artes, arquitetura e história, por exemplos. Museus virtuais, espaços culturais, programação audiovisual, interativos e sensoriais são exemplos desta aplicação e podem significar empreendimentos que tragam real contribuição a transformação social tão visada.

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